Faz 20 porções
Ingredientes:
2 latas de leite condensado
2 latas de creme de leite
10 ovos
10 colheres de sopa de chocolate em pó
1 pacote de biscoito de maisena
1 copo de açúcar
Modo de fazer:
Numa panela, coloque o leite condensado, o chocolate em pó e 5 gemas. Misture e aqueça em fogo médio até o ponto de brigadeiro.
Coloque em uma forma e reserve.
Bata o biscoito num mixer ou liquidificador, até virar uma farofa.
Despeje sobre o creme de chocolate e reserve.
Bata as claras (10) em neve com o açúcar. Misture com a mão, delicadamente, o creme de leite.
Coloque a mistura sobre o biscoito.
Leve a forma ao freezer por 2 horas.
Retire do freezer 30 minutos antes de servir e bom apetite!
quarta-feira, 14 de maio de 2008
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Viva
O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio...você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas sinais naturais e de repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido esse ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar concientemente tal quantidade.
Por isso , a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente vivo.
Conforme a mesma experiência, vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiência duplicadas.
Se você entendeu esses dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os natais se aproximam rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo. Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com olhos, mas com a imagem anterior, na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).
Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos na mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa...
São apagados de sua noção de passagem do tempo...
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir: as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de tv, reclamações...enfim...As experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é ...a ROTINA.
Não entenda mal.
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa. Mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário fica sendo o livro de um só capítulo, todos os anos.
Felizmente há um antídoto para aceleração do tempo: M&M (mude e marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e faça sempre festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Se você tiver dinheiro, especialmete se já estiver aposentado, vá com o seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos...em outras palavras.... VIVA!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais vivo...do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostem de comidas diferentes...
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
Escreva em tamanhos diferentes, em cores diferentes!
Crie, recorte, pinte, rasgue, molhe, dobre, picote, invente, reinvente...VIVA!
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio...você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas sinais naturais e de repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido esse ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar concientemente tal quantidade.
Por isso , a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente vivo.
Conforme a mesma experiência, vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiência duplicadas.
Se você entendeu esses dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os natais se aproximam rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo. Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com olhos, mas com a imagem anterior, na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).
Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos na mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa...
São apagados de sua noção de passagem do tempo...
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir: as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de tv, reclamações...enfim...As experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é ...a ROTINA.
Não entenda mal.
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa. Mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário fica sendo o livro de um só capítulo, todos os anos.
Felizmente há um antídoto para aceleração do tempo: M&M (mude e marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e faça sempre festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Se você tiver dinheiro, especialmete se já estiver aposentado, vá com o seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos...em outras palavras.... VIVA!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais vivo...do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostem de comidas diferentes...
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
Escreva em tamanhos diferentes, em cores diferentes!
Crie, recorte, pinte, rasgue, molhe, dobre, picote, invente, reinvente...VIVA!
sexta-feira, 11 de abril de 2008
domingo, 30 de março de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
Receita do Nhoque
para: 4 pessoas
preparação: 25 minutos
cozedura: 20 minutos
ingredientes para massa:
. 900 gramas de batatas farinhentas
. 1 colher de sopa de azeite
. 2 xícaras de farinha de trigo
. 1 colher de chá de sal
. 1 colher de chá de fermento
. 1 ovo batido
. queijo parmesão fresco, ralado no momento pra servir
ingredientes para o molho:
. 2 colheres de sopa de óleo vegetal
. 1 cebola grande, picada
. 2 dentes de alho, picados
. 400 gramas de tomate pelado, picado
. 1/2 cubo de legumes dissolvido em 1/3 de xícara de água fervente
. 2 colheres de sopa de manjericão fresco, picado
modo de fazer:
1. descasque as batatas e corte-as em pedaços. Coza-as em água fervente com um pouco de sal por 15 minutos ou até estarem tenras. Escorra bem e esmague-as numa tigela. Adicione o azeite.
2. misture a farinha, 1 colher de chá de sal e o fermento. Adicione o ovo, e misture até obter uma massa cremosa e ligeiramente viscosa.
3. para o molho de tomate, aqueça o óleo numa caçarola. Junte as cebolas e o alho e refogue durante 3-4 minutos. Adicione o tomate e o caldo e cozinhe, destampado, durante 10 minutos. Tempere com sal e pimenta a gosto.
4. Com a massa sobre uma bancada polvilhado com farinha, molde rolos de 2,5 cm de espessura e depois corte-os em pedaços de 2 cm. Usando os dentes do garfo, faça uma leve pressão sobre cada pedaço, formando um relevo.
5. Deixe ferver água numa caçarola grande e depois reduza o fogo. Adicione cerca de 30 nhoques e coza durante 1-2 minutos, até flutuarem. Repita até cozinhar todos os nhoques.
6. Junte o manjericão ao molho de tomate e deite sobre o nhoque. Mexa para os revestir e tempere com pimenta a gosto. Polvilhe com queijo parmesão ralado e sirva de imediato.
preparação: 25 minutos
cozedura: 20 minutos
ingredientes para massa:
. 900 gramas de batatas farinhentas
. 1 colher de sopa de azeite
. 2 xícaras de farinha de trigo
. 1 colher de chá de sal
. 1 colher de chá de fermento
. 1 ovo batido
. queijo parmesão fresco, ralado no momento pra servir
ingredientes para o molho:
. 2 colheres de sopa de óleo vegetal
. 1 cebola grande, picada
. 2 dentes de alho, picados
. 400 gramas de tomate pelado, picado
. 1/2 cubo de legumes dissolvido em 1/3 de xícara de água fervente
. 2 colheres de sopa de manjericão fresco, picado
modo de fazer:
1. descasque as batatas e corte-as em pedaços. Coza-as em água fervente com um pouco de sal por 15 minutos ou até estarem tenras. Escorra bem e esmague-as numa tigela. Adicione o azeite.
2. misture a farinha, 1 colher de chá de sal e o fermento. Adicione o ovo, e misture até obter uma massa cremosa e ligeiramente viscosa.
3. para o molho de tomate, aqueça o óleo numa caçarola. Junte as cebolas e o alho e refogue durante 3-4 minutos. Adicione o tomate e o caldo e cozinhe, destampado, durante 10 minutos. Tempere com sal e pimenta a gosto.
4. Com a massa sobre uma bancada polvilhado com farinha, molde rolos de 2,5 cm de espessura e depois corte-os em pedaços de 2 cm. Usando os dentes do garfo, faça uma leve pressão sobre cada pedaço, formando um relevo.
5. Deixe ferver água numa caçarola grande e depois reduza o fogo. Adicione cerca de 30 nhoques e coza durante 1-2 minutos, até flutuarem. Repita até cozinhar todos os nhoques.
6. Junte o manjericão ao molho de tomate e deite sobre o nhoque. Mexa para os revestir e tempere com pimenta a gosto. Polvilhe com queijo parmesão ralado e sirva de imediato.
A Lenda do Nhoque da Sorte
Conta a lenda que o andarilho São Pantaleão, num certo
dia 29 de dezembro, perambulava por um vilarejo da
Itália. Faminto, bateu a porta de uma casa e pediu
comida. A família era grande e tinha pouca comida, mas
apesar disso, eles não se importaram em dividir o seu
nhoque com o andarilho, cabendo a cada um 7
massinhas.
São Pantaleão comeu, agradeceu a acolhida e se foi.
Quando foram recolher os pratos, descobriram que
embaixo de cada um havia bastante dinheiro e
prosperaram a partir de então. Por isso, tradicionalmente,
todo dia 29 é dia do nhoque da sorte ou da fortuna,
acompanhado do famoso ritual de colocar dinheiro
embaixo do prato, comer os primeiros sete pedacinhos
em pé, fazer um pedido para cada um deles e depois,
comer à vontade.
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